Resumo da semana (6 a 13 de julho de 2026)

A semana foi agitada nos mercados de câmbio e, como sempre, a taxa Selic continua mexendo com a gente que tem dinheiro investido. Vamos ao que interessa: como o dólar e o euro se comportaram, o que a Selic fez do nosso bolso e, claro, um conselho prático para quem quer proteger a carteira. Ah, e já adiantando: o app FinMoovi facilita acompanhar tudo isso em tempo real, sem precisar ficar pulando de site em site.

1. Dólar e euro: tendência da semana

  • Dólar (USD/BRL) – R$ 5,11
    O real ganhou um tiquinho contra o dólar ao longo dos últimos sete dias. Na segunda‑feira, a cotação estava em torno de R$ 5,15; até sexta‑feira já estava em R$ 5,11. A queda foi impulsionada pela notícia de que a Reserva Federal dos EUA manteve a taxa de juros estável, o que tirou um pouco da pressão de compra de dólares por investidores internacionais.

  • Euro (EUR/BRL) – R$ 5,83
    O euro também recuou, mas de forma mais discreta. Partiu de R$ 5,90 no início da semana e fechou em R$ 5,83. A zona do euro ainda lida com incertezas sobre a política monetária, e a falta de novidades fortes fez o euro perder apenas alguns centavos frente ao real.

O que isso significa para a gente?
Se você tem dívidas ou compras programadas em dólares ou euros (viagem, importação de eletrônicos, etc.), a queda da cotação ajuda a reduzir o custo. Por outro lado, quem investe em ativos atrelados a essas moedas sente um leve recuo nos retornos em reais.

2. Selic e impacto nas suas aplicações

A taxa Selic ficou em 13,75 % ao ano, como já estava prevista nas últimas reuniões do Copom. Essa taxa alta tem dois efeitos claros:

  1. Renda fixa mais atrativa – Títulos do Tesouro Direto e CDBs que pagam próximo da Selic continuam entregando bons rendimentos. Se você ainda não tem uma parte da carteira nesses papéis, vale a pena considerar, especialmente porque o risco de crédito é baixo.

  2. Custo de oportunidade para ações – Quanto maior a Selic, mais caro fica o dinheiro emprestado. Isso costuma deixar o mercado de ações mais “cauteloso”, já que empresas sentem o peso dos juros nos seus custos de capital. Na prática, as ações de setores mais sensíveis a crédito (como construção e varejo) tiveram desempenho mais fraco nesta semana.

3. Conselho prático para o investidor individual

Monte um “cushion” cambial: se você tem gastos futuros em dólares ou euros, abra uma conta em moeda estrangeira (ou use um fundo cambial) e compre um pouquinho a cada mês. Assim, quando a cotação subir, você já tem parte do dinheiro comprado a preço mais baixo. É como fazer um “preço fixo” para a viagem ou a compra daquele notebook que você tem de olho.

Dica de amigo: eu uso o FinMoovi para monitorar essas contas em diferentes moedas. O app mostra a evolução da taxa de câmbio, avisa quando o dólar está em alta e ainda permite criar metas de compra. É como ter um assistente pessoal de finanças no bolso.

4. O que esperar para a próxima semana

  • Câmbio: A expectativa é de que o dólar continue estável, mas fique de olho nas decisões da Fed. Se houver qualquer mudança de postura, o real pode reagir rapidamente. O euro pode sofrer mais volatilidade se a União Europeia decidir por ajustes na taxa de juros.

  • Selic: O Copom tem reunião agendada para o final de julho. Se a inflação continuar alta, a tendência é manter a taxa ou até subir um ponto. Caso isso aconteça, a renda fixa ficará ainda mais vantajosa, enquanto as ações podem sentir mais pressão.

  • Investimentos: Aproveite a estabilidade cambial para rebalancear a carteira. Se a parte em renda fixa está abaixo do desejado, aumente a exposição. Se quiser diversificar, considere fundos internacionais que já trazem o dólar ou o euro no mix.

Resumo rápido: o real ganhou força contra o dólar e o euro, a Selic segue alta, e a melhor jogada agora é proteger seu poder de compra com um “cushion” cambial e manter uma boa parcela da carteira em renda fixa. E não esqueça: o FinMoovi deixa tudo isso mais simples, então vale a pena dar uma olhada!


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