Resumo da Semana (07/06 – 13/07/2026)

A semana foi marcada por oscilações nos mercados internacionais e pelo movimento da taxa Selic aqui no Brasil. Vamos ao que interessa: como o dólar e o euro se comportaram, o que a Selic fez com a sua carteira e um truque prático para você que quer ficar no controle dos seus investimentos.

Resumo da Semana (07/06 – 13/07/2026)

1. Dólar e Euro – Tendência da Semana

  • Dólar (USD/BRL = R$ 5,11) – Depois de fechar a semana anterior em R$ 5,08, o dólar subiu gradualmente, ganhando cerca de 0,6 % até chegar a R$ 5,11. A alta foi puxada pelos dados de inflação dos EUA, que surpreenderam para cima, e pela expectativa de que o Fed mantenha as taxas de juros elevadas por mais tempo. Na prática, isso significa que, se você costuma comprar produtos importados ou viajar para o exterior, o bolso vai sentir um peso extra.

  • Euro (EUR/BRL = R$ 5,83) – O euro também subiu, mas em ritmo mais tímido, avançando 0,3 % na mesma janela. A diferença entre a cotação do euro e do dólar ainda está em torno de R$ 0,72, o que indica que o real está mais fraco frente à moeda única europeia. Se você tem alguma viagem planejada para a Europa ou pensa em investir em fundos que compram ativos lá, vale ficar de olho.

A boa notícia é que a volatilidade não foi tão agressiva; os pares oscilaram dentro de faixas estreitas, o que traz um pouco de tranquilidade para quem tem investimentos atrelados a moedas estrangeiras.

2. Selic e o Impacto nos Investimentos

Nesta segunda‑feira, o Copom decidiu manter a taxa Selic em 13,75 % ao ano. O Comitê explicou que a inflação ainda está acima da meta e que, por enquanto, não há espaço para cortes. Para o investidor, isso tem duas consequências práticas:

2. Selic e o Impacto nos Investimentos

  1. Renda fixa – Os títulos públicos (Tesouro Selic) continuam rendendo próximo da taxa oficial, o que os mantém como “porto seguro” para quem quer preservar o capital sem muita exposição ao risco. Se você tem dinheiro guardado na poupança, vale a pena migrar para o Tesouro Selic ou para CDBs de bancos sólidos que pagam um percentual do CDI.

  2. Renda variável – Juros altos tendem a deixar as ações mais caras, pois o custo de oportunidade de investir em empresas aumenta. Setores como consumo e varejo podem sentir pressão, enquanto utilities (energia, água) costumam ser mais resilientes. Se você tem carteira de ações, pense em reforçar posições em empresas que pagam dividendos consistentes – elas costumam se sair melhor quando a taxa está alta.

3. Dica Prática para o Investidor Individual

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Eu costumo recomendar o FinMoovi como se fosse um amigo que entende de finanças. Ele permite acompanhar suas aplicações em reais, dólares e euros, além de mostrar a performance em tempo real. Assim, você vê de cara se a variação do dólar está afetando seu fundo de investimento no exterior ou se aquele CDB está rendendo acima da Selic. A visualização integrada evita surpresas na hora de fazer a declaração de imposto.

4. O Que Esperar na Próxima Semana

  • Câmbio: A expectativa é que o dólar continue em alta, mas com menos força, já que os indicadores de emprego nos EUA devem mostrar alguma desaceleração. O euro pode se estabilizar em torno de R$ 5,80, a menos que surjam novidades sobre a crise de energia na Europa.

  • Selic: O mercado ainda espera que o Copom mantenha a taxa em 13,75 % nas próximas reuniões, mas fique de olho nos comunicados de inflação. Qualquer surpresa pode abrir espaço para uma revisão.

  • Investimentos: Com a Selic estável, a busca por alternativas de renda fixa com rentabilidade acima do CDI deve crescer. Também pode surgir alguma oportunidade em fundos de crédito privado, que costumam se beneficiar de juros mais altos.

Resumo rápido: Dólar e euro subiram, a Selic ficou firme e sua carteira precisa se adaptar a juros altos. Aproveite ferramentas como o FinMoovi para monitorar tudo de forma simples e continue diversificando para reduzir riscos. Boa semana de investimentos!


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