Em julho de 2026, o custo de vida subiu 0,07 % segundo o IPCA, indicando um aumento discreto nos preços ao consumidor no mês. Apesar da alta ser baixa, ela acumula 4,44 % em 12 meses, sinalizando pressão inflacionária ao longo do ano.

IPCA de Julho por grupo de despesa

Grupo de despesaVariação no mêsAcumulado 12 meses
Índice geral (IPCA)0,07%4,44%
Alimentação e bebidas-0,67%3,40%
Habitação0,99%5,93%
Artigos de residência0,07%0,67%
Vestuário-0,66%3,87%
Transportes0,05%3,64%
Saúde e cuidados pessoais0,40%6,16%
Despesas pessoais0,22%5,22%
Educação-0,03%6,27%
Comunicação0,04%1,96%

Câmbio no fechamento de Julho

MoedaFechamento do mês
Dólar (USD/BRL)R$ 5.16
Euro (EUR/BRL)R$ 5.95

Fontes: IPCA/IBGE (variação por grupo de despesa) e cotações AwesomeAPI de fechamento do mês. Índice editorial produzido pelo FinMoovi.

Destaques do mês

Habitação: +0,99 %

É o grupo que mais subiu, refletindo aumento nos aluguéis e contas de energia; o bolso do brasileiro sente o peso nas despesas fixas mensais.

Alimentação e bebidas: -0,67 %

É o grupo que mais caiu, trazendo alívio nas compras do supermercado, mas a queda ainda não compensa a alta geral acumulada.

Como se proteger

Perguntas frequentes

O IPCA de julho/2026 subiu quanto?

O índice geral (IPCA) registrou alta de 0,07 % no mês, indicando um leve aumento nos preços ao consumidor.

Qual foi a maior alta de preço em julho/2026?

O grupo de Habitação foi o que mais subiu, com 0,99 % de variação mensal, impactando aluguéis e contas de serviços.

Qual categoria teve a maior queda?

Alimentação e bebidas registrou a maior queda, -0,67 % no mês, oferecendo algum alívio nas despesas de supermercado.

A inflação acumulada em 12 meses ainda é alta?

Sim, o IPCA acumulado em 12 meses chegou a 4,44 %, mostrando que a pressão de preços persiste ao longo do ano.


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Nota: este é um índice editorial em evolução — as próximas edições poderão ganhar novos recortes e fontes públicas.